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O Coração é a grande arca onde a Fé é transportada, e que nos leva rumo à Santidade, rumo à Eternidade.
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
Papa Francisco convoca a Igreja a uma Vigília pela Paz
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Por que esse ódio todo?
A grande motivação da perseguição é o medo
Tais perseguições acontecem sobretudo na África, no Oriente Médio e na Ásia. Esses atos de terrorismo vão desde derrubadas de templos, de proibição formal de participar da política, de segregar os cristãos da vida social ou de não poder se vestir como os demais cidadãos, até a morte cruel e injustificada. Cumpre-se, literalmente, o que Jesus previu: “Ao matar vocês, pensarão estar prestando um serviço a Deus” (Jo 16,2).
Assista: "A perseguição aos cristãos é real"
O que deixa todos intrigados é saber por que os inimigos são movidos a perpetrar esses atos contra a liberdade de culto, uma das liberdades essenciais do ser humano. Vamos tentar uma explicação:
Logo de início, podemos vislumbrar que, muitas vezes, o Pai Amantíssimo permite isso para purificar a Igreja de seus pecados e chamá-la mais à santidade.
Em seguida, podemos perceber que a própria doutrina de Jesus não combina com certos interesses da opinião pública. A principal razão é que nós não fomos retirados do mundo no qual estamos inseridos, mas, ao mesmo tempo, “vocês não são deste mundo” (Jo 15,19). Nós não somos bons parceiros para quem quer construir um paraíso intramundano; nós colaboramos com tudo o que pode trazer progresso para a humanidade, e até lideramos essa busca. Mas os nossos olhos estão voltados para um horizonte mais longínquo.
No entanto, a grande motivação da perseguição é o medo. Por intuição, o mundo percebe que o Cristianismo tem uma garantia intrínseca de vitória. Ele possui uma mensagem interior que o faz se impor entre avanços e recuos, mas ninguém consegue detê-lo. Pensam que é preciso acabar com ele enquanto é tempo. Paradoxalmente, a perseguição é uma vitamina de progresso.
Dom Aloísio Roque Oppermann, scj
Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)
Endereço eletrônico: domroqueopp@terra.com.br
Seja Feliz!
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sábado, 4 de maio de 2013
Olhar de Maria
Quando olhamos o mundo e as situações de nossa vida pelas lentes da oração, através dos olhos de Maria, não veremos senão a esperança da eternidade que se abre no tempo, enxuga nossas lágrimas, perdoa nossas faltas e nos dá a Paz!
Leia hoje: São João 15,18-21
E seja Feliz!
quinta-feira, 21 de março de 2013
O Islã e o Papa Francisco
Líder islâmico pede trabalho de Francisco pela paz e pelos pobres
O Presidente da União das Instituições Islâmicas do Líbano, Dr. Mohamed Ali Danawi, enviou uma mensagem ao Papa Francisco através o Núncio Apostólico no Líbano, Dom Gabriele Katcha.
Na mensagem, o líder islâmico felicita o novo
Pontífice pela sua eleição, expressando desejo de que Deus os ajude para
tratar e superar todos os obstáculos e a melhorar as relações
islâmico-cristãs.
A nota destaca que desde o início do Pontificado, Francisco "anunciou um sincero desejo de retornar à autenticidade da Bíblia, o que deixou um impacto significativo nas nossa almas”, afirmou Danawi.
“Ao considerarmos Sua Santidade como o rosto do amor, da harmonia e de trabalho na construção de pontes de amor e de bom relacionamento entre todos os setores da comunidade internacional, especialmente os pobres, as famílias, as relações conjugais e sexuais sãs e adequadas, vos pedimos a solidariedade com os povos oprimidos contra a tirania e o racismo e o esforço em promover a paz no mundo e colocar fim aos massacres e às guerras sem sentido”, acrescentou o líder muçulmano.
Na conclusão, Dr. Danawi, apela ao Santo Padre para sua mediação em questões como a Palestina e Jerusalém e o seu apoio à luta dos povos submetidos por governantes injustos.
A nota destaca que desde o início do Pontificado, Francisco "anunciou um sincero desejo de retornar à autenticidade da Bíblia, o que deixou um impacto significativo nas nossa almas”, afirmou Danawi.
“Ao considerarmos Sua Santidade como o rosto do amor, da harmonia e de trabalho na construção de pontes de amor e de bom relacionamento entre todos os setores da comunidade internacional, especialmente os pobres, as famílias, as relações conjugais e sexuais sãs e adequadas, vos pedimos a solidariedade com os povos oprimidos contra a tirania e o racismo e o esforço em promover a paz no mundo e colocar fim aos massacres e às guerras sem sentido”, acrescentou o líder muçulmano.
Na conclusão, Dr. Danawi, apela ao Santo Padre para sua mediação em questões como a Palestina e Jerusalém e o seu apoio à luta dos povos submetidos por governantes injustos.
Fonte: Canção Nova
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Não perca a Esperança!
Motivos para não perder a esperança
10 passos para construir o Céu na Terra
Em nossa caminhada rumo ao céu que sonhamos, alguns passos são fundamentais:
1 – Respeitar o diferente
Nem sempre é fácil conviver com quem pensa diferente de nós. O respeito para com o outro nasce a partir do momento em que o reconhecemos não como um inimigo, mas como um ser humano limitado, necessitado de nossa ajuda e compreensão. Assim como ele, ainda estamos em processo de construção. Deus ainda não nos terminou.
2 – Evitar o julgamento
Todo o julgamento sempre nos conduz a graves desentendimentos. Jesus nunca julgou o outro, pelo contrário, sempre olhava para cada pessoa a partir das possibilidades que o ser humano carregava no seu coração. Quando julgamos o próximo, experimentamos, em nós mesmos, a consciência de que também não somos perfeitos.
3 – Reconciliar-se com o tempo
Queremos tudo para hoje e não damos ao tempo o período necessário para o amadurecimento interior de nossos sentimentos. Muitas pessoas têm se sufocado e sufocado outros com sua pressa e ansiedade. Quem colhe frutos verdes experimenta em si mesmo o amargo das antecipações.
4 – Reflexão interior
Cada gesto, atitude, palavra, olhar e decisão trazem em si as suas próprias consequências. Nossas escolhas sempre terão alguma consequência em nossa vida. Diante da vida e de seus desdobramentos, uma pergunta é sempre essencial: Qual lição eu aprendi com este acontecimento na minha vida? A cada lição aprendida, o tesouro da nossa sabedoria irá se enriquecendo com as pérolas do aprendizado.
Assista: "O cristão precisa sonhar com o céu", com padre Roger Luís
5 – Viver em comunidade
Em tempos de comunidades virtuais, a vida real clama pela nossa presença. Nada pode substituir um abraço, um sorriso, um olhar carinhoso e terno. A vida em comunidade nos torna irmãos e irmãs. Quem se isola foge de si mesmo e dos outros.
6 – Ser solidário
A solidariedade é o amor ao próximo manifestado em gestos concretos. Nossos gestos solidários ganham inspiração cristã quando reconhecemos, em quem precisa de nossa ajuda, o próprio Cristo.
7 – Cultivar uma vida espiritual
A alma se alimenta daquilo que a ela oferecemos. Só iremos crescer interiormente quando alimentarmos nosso coração de uma espiritualidade madura e cristã, que reconheça a Cristo Ressuscitado como base de nossa fé.
8 – Alimentar-se da Palavra de Deus
Se o alimento é necessário à saúde biológica do nosso corpo, a Palavra de Deus é alimento seguro para a saúde de nossa vida interior. Quem busca, na Palavra de Deus, a luz para guiar seus passos terá seu caminho iluminado pelo amor do Pai.
9 – Ser amigo do silêncio
Tão importante quanto a fala é o silêncio. Se com ela ocorre a comunicação verbal, com o silêncio do nosso coração ocorre a comunicação espiritual. Coração silencioso é abrigo para as respostas de Deus à nossa vida.
10 – Vida de Oração
Quando descobrimos a Deus como um amigo, jamais podemos ficar um dia sem falar com Ele. Na oração fazemos a descoberta de uma amizade em que o filho se abandona totalmente nas mãos do Pai que o ama infinitamente. Se a oração é dialogo, a conversa que nasce desta relação entre nós e Deus se chama amor.
Em tempos de comunidades virtuais, a vida real clama pela nossa presença. Nada pode substituir um abraço, um sorriso, um olhar carinhoso e terno. A vida em comunidade nos torna irmãos e irmãs. Quem se isola foge de si mesmo e dos outros.
6 – Ser solidário
A solidariedade é o amor ao próximo manifestado em gestos concretos. Nossos gestos solidários ganham inspiração cristã quando reconhecemos, em quem precisa de nossa ajuda, o próprio Cristo.
7 – Cultivar uma vida espiritual
A alma se alimenta daquilo que a ela oferecemos. Só iremos crescer interiormente quando alimentarmos nosso coração de uma espiritualidade madura e cristã, que reconheça a Cristo Ressuscitado como base de nossa fé.
8 – Alimentar-se da Palavra de Deus
Se o alimento é necessário à saúde biológica do nosso corpo, a Palavra de Deus é alimento seguro para a saúde de nossa vida interior. Quem busca, na Palavra de Deus, a luz para guiar seus passos terá seu caminho iluminado pelo amor do Pai.
9 – Ser amigo do silêncio
Tão importante quanto a fala é o silêncio. Se com ela ocorre a comunicação verbal, com o silêncio do nosso coração ocorre a comunicação espiritual. Coração silencioso é abrigo para as respostas de Deus à nossa vida.
10 – Vida de Oração
Quando descobrimos a Deus como um amigo, jamais podemos ficar um dia sem falar com Ele. Na oração fazemos a descoberta de uma amizade em que o filho se abandona totalmente nas mãos do Pai que o ama infinitamente. Se a oração é dialogo, a conversa que nasce desta relação entre nós e Deus se chama amor.
Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP. Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre - MG. Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Cambuí-MG). Padre da Arquidiocese de Pouso Alegre - MG.
www.facebook.com/peflaviosobreiro e http://www.flaviosobreiro.com
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Caos Social Ou Falta de Fé?
Professor Felipe Aquino fala da tragédia dos EUA
Diante
de um fato como esse, muitas pessoas se desesperam e outras querem
culpar Deus por tal fato. Como Ele pode permitir isso? Ora, Ele não tem
culpa alguma disso, pois quer a paz, o amor, a verdade, a justiça e a
liberdade. Esse é o Reino d’Ele. A culpa é do homem que se deixa guiar
por filosofias e ideologias erradas e se afasta do Senhor e de Suas
leis.
Deus nos fez belos, criados à Sua “imagem
e semelhança” (Gn 1,26), por isso temos inteligência, liberdade,
vontade, memória, consciência, etc., que os animais não têm. Eles não
sabem o que fazem, mas nós sabemos. Com esses atributos, podemos dirigir
este mundo na paz, no amor e na harmonia seguindo as leis do Senhor.
O salmista diz: “Os céus são céus do Senhor, mas a terra, ele a deu aos filhos de Adão” (Sl
113,24 ou 115,24). Isso quer dizer que Deus confiou e confia no homem e
entregou o governo da Terra em suas mãos com as leis da criação. Com as
faculdades intelectivas e espirituais, o homem pode e deve cuidar bem
da humanidade e da Terra.
Cabe aos sociólogos, psicólogos e
psiquiatras levantar as causas profundas da tragédia americana; mas
algumas razões nos saltam à vista. Trata-se de uma família ferida, na
qual não aparece a figura do pai. A mãe é divorciada; a educação dos
dois filhos foi falha; a carência deles é notória. O rapaz era isolado e
vivia sem amigos. Ora, isso não é normal para um jovem.
A mãe do assassino, Nancy Lanza, foi
assassinada pelo próprio filho Adam. Era uma mulher sem orientação
cristã, angustiada com a situação do mundo e com a crise financeira do
país; imaginando uma catástrofe em breve. Isso a levou a ensinar os
filhos Adam e Ryan Lanza a atirar, como se isso fosse um meio de se
defenderem do imaginário caos social à frente. Certamente, outras ideias
erradas foram passadas a esses filhos, criando neles também o medo, o
pânico e a revolta.
Fico até imaginando se esse rapaz não poderia achar que matando essas crianças as estaria livrando de um mundo cruel à frente.
O jornal “Daily Mail” noticiou que os
amigos e vizinhos de Nancy disseram que ela acreditava que o mundo
estaria à beira de um colapso e temia perder o filho. Nancy fazia parte
de um movimento chamado de “prepper”, o qual acredita que as pessoas
devem se preparar para o caos social. É o perigo disseminado pelas
seitas de todos os tipos. Ela estaria estocando comida, água e armas
dentro de casa.
Marsha, ex-cunhada de Nancy, disse que
ela protegia as armas que tinha em casa. Havia cinco armas registradas
em seu nome. Três foram levadas pelo filho para o massacre no colégio
Sandy Hook e uma quarta foi encontrada no carro que ele usou.
É
preciso também perguntar se a mídia, que dissemina ideias
amedrontadoras de “fim do mundo”, como o tal “21/12″ e outras bobagens
sem a menor base científica e religiosa, perturbando as pessoas
emocionalmente instáveis e com tendências a psicopatia, não têm culpa
nisso também. Recebo e-mails de pessoas amedrontadas achando que o mundo
vai acabar mesmo; é um verdadeiro “terrorismo espiritual” motivado por
razões até mercadológicas.
Tudo isso mostra a falta de uma família
bem estruturada, religiosa, guiada pela lei de Deus. Nela há paz,
harmonia, amor aos filhos e aos pais, cultivo das virtudes, educação
sadia, superação dos problemas.
Mais do que nunca, esses terríveis
acontecimentos nos alertam para a necessidade de fortalecermos a família
segundo o coração do Senhor, no qual o pai e a mãe educam seus filhos
na fé e no amor a Deus.
Na sua ‘Mensagem de Paz’, do dia 1º de janeiro de 2013, o Papa destacou, mais uma vez, a importância da verdadeira família:
“Também a estrutura natural do
matrimônio, como união entre um homem e uma mulher, deve ser reconhecida
e promovida contra as tentativas de a tornar, juridicamente,
equivalente a formas radicalmente diversas de união que, na realidade, a
prejudicam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu
caráter peculiar e a sua insubstituível função social”.
Professor Felipe Aquino
@PFelipeAquino
Fonte: Canção Nova
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Até quando, Senhor?
22 novembro,2012 | autor: Luana Oliveira |
De muitas
partes, solicitam-nos que expressemos nossa opinião sobre o que está
acontecendo em Gaza. Nada dissemos até agora, pois, honestamente, não
sabemos o que dizer. As instituições eclesiais são informadas e se
expressam a respeito, por isso não nos parece necessário repetir o que
outros publicam no rito já costumeiro de declarações equilibradas e
corretas. Em certas ocasiões, as costumeiras exortações de cessar as
hostilidades, que convidam ao diálogo, mesmo sendo verdadeiras e
necessárias, parecem longe da realidade, a ponto de parecer mensagens
hipócritas. Sobre esse enésimo e inútil banho de sangue, porém, devemos
fazer algumas considerações.
1. Mais uma vez, violência, morte e
destruição são a linguagem comum em que nos encontramos. E não tem
sentido começar a discutir sobre quem iniciou, fazer a conta dos mortos
e atribuir a responsabilidade. Sabemos apenas que não se chegou à
solução alguma e será somente questão de tempo, antes que tudo isso
recomece numa espécie de círculo vicioso. Infelizmente, uma solução
global nos parece muito longínqua.
2. Fazemos votos de que essa violência
não degenere em novos atentados e outras formas de vingança que nos
levem a tempos passados. É preciso que todos os responsáveis voltem à
moderação e impeçam toda forma de perigosa escalada de violência.
3. Diante de tanta violência e
impotência de todos, para nós que cremos, resta-nos o único recurso: a
oração. Ela nos é necessária como o ar que respiramos, para que nos
consinta de ver o que acontece com um olhar de fé. Quem crê deveria
olhar o mundo com os olhos de Deus, que é Pai, justo e misericordioso. É
o único modo para não cair na lógica da violência e da rejeição do
outro, testemunha desse enésimo conflito. Apesar de tudo o que está
acontecendo, ainda devemos crer no outro. Sem Deus é impossível.
4. Nossas comunidades religiosas devem
empenhar-se, mais do que nunca, nas muitas pequenas iniciativas de
diálogo e paz. Não mudaremos o mundo na Terra Santa, mas seremos aquela
pequena quantidade de oxigênio, a qual nos fará constatar que, apesar
de tudo, há ainda muitas pessoas rejeitando essa lógica e dispostos a
se empenhar pela paz com seriedade e concretamente. Depende, sobretudo,
das instituições que trabalham com jovens, a quem está confiado nosso
futuro, tomar as iniciativas de diálogo.
5. Enquanto no Oriente Médio acontecem
transformações, parece que na Terra Santa tudo permanece imutável. Tanto
na Terra Santa como no resto do Oriente Médio, contudo, as comunidades
cristãs são chamadas a dar testemunho, a transmitir confiança e não
deixar espaço ao fanatismo. Hebreus, muçulmanos e cristãos são chamados
aqui, nesta Terra, pela providência, a viver juntos. Queremos
demonstrar com a vida que essa vocação é possível e realizável. E com
essa certeza recomeçaremos.
Pbp
Com a sigla “pbp”, o texto é atribuído ao Custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa
Leia hoje: São Lucas 18, 7-8
E seja Feliz!
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