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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Por que você não se perdoa? - Mons. Jonas Abib

Há muitas pessoas que fizeram barbaridades no passado, e daí o demônio coloca os sentimentos de culpa no coração delas. 

Estes sentimentos são como escudos na nossa frente para que não nos deixemos atingir pelo amor de Jesus. 

Na hora de pecar, o demônio o manda fazer tudo depressa, mas na hora de aceitar o amor de Deus, ele fica querendo que você deixe para depois.

Deus não quer você numa vida estragada e estragando a vida do outros. 

O Senhor o ama como você está e como você é. 

Se o Senhor quer perdoá-lo, então por que você não se perdoa a si mesmo? 

Deixe cair essa armadura. Acabe com essa tolice e deixe Jesus fixar os olhos em você e o amar. Deixe Jesus o amar. 

Você não precisa sentir nada. É uma questão de vontade e não de sentimentos.

Ouça o Espírito Santo que fala no seu coração. 

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Amor e sexo na vida conjugal

A falta de atitude desgasta qualquer relacionamento
Imagem de DestaqueDentre as muitas definições que arriscamos fazer sobre a palavra “amor”, nenhuma delas poderá ser eficaz se não houver o comprometimento das pessoas naquilo que lhes traz a realização mútua.

Algumas pessoas vivem seu relacionamento conjugal de maneira bastante turbulenta, com abusos, violência ou em situações de egoísmo que jamais poderiam ser estabelecidas num convívio, o qual tem como princípio o crescimento comum. Tal relacionamento, se assim permanecer, alcançará uma condição insustentável, fazendo com que um dos cônjuges opte pela separação, ainda que tenham se casado por amor.

Todavia, muitos casos de separação não acontecem somente pelas agressões sofridas por um dos cônjuges. Outras situações podem fazer com que os casais vivam a separação silenciosa, a qual facilmente poderá resultar no rompimento do compromisso conjugal ou permitir a abertura para relacionamentos paralelos, alegando que o amor e o encantamento do início tenham desaparecido entre eles.

Muito se comenta sobre a necessidade de o casal fazer o resgate do romantismo, mesmo tendo acumulado algumas dezenas de anos de vida conjugal. Mas o que eu tenho recebido como resposta é a dificuldade em recuperar tal sentimento devido às muitas “cinzas” surgidas sobre “as brasas” daquele amor que originou o casamento. Isso porque a falta de comprometimento e de atenção às outras queixas – inclusive no que diz respeito à vida sexual do casal – esvaziou-se ao longo do tempo.

Assista: Harmonia conjugal e sexual do casal cristão

Conhecemos as responsabilidades e os compromissos que envolvem a vida conjugal, aquilo que é o prático para a manutenção do lar e da família. Dessas atividades, parece ser prioritário tanto para as esposas quanto para os maridos o cumprimento de seus afazeres estabelecidos como metas do dia, mesmo que para isso eles tenham que aplicar todo seu esforço físico. Dentro dessa dinâmica própria da vida conjugal, os casais podem deixar-se envolver pelas muitas atividades que compreendem o seu dia a dia.

Contudo, é importante para eles se lembrarem de também valorizar outras atitudes que alimentam e fazem a manutenção do amor que desejam nutrir na relação entre homem e mulher, pois, se quando eles eram apenas namorados, foram capazes de fazer todas outras coisas e ainda disponibilizar de um tempo para se prepararem para a (o) namorada (o), hoje as manifestações de carinho para com o cônjuge precisam ter o mesmo grau de importância.

Os momentos de namoro entre os casados não podem acontecer ou serem esperados apenas nas ocasiões de celebração como aniversários de casamento ou em uma viagem, tampouco podem ficar presos a dias específicos da semana.

Se as inúmeras tarefas domésticas, tanto para o marido quanto para a esposa, roubam esses momentos, talvez fosse interessante para os cônjuges incluir, naquilo que é de suas ocupações, também a vivência da intimidade como parte integrante do relacionamento.

A falta de atitude para uma mudança desgasta qualquer relacionamento e, no caso do casamento, poderá minar até mesmo o desejo em trocar beijos mais calorosos ou criar outros momentos de sedução, os quais poderiam propiciar a intimidade.

As bases para esses momentos acontecem quando lembramos que o nosso cônjuge também tem desejos íntimos e espera vivê-los com quem se casou. Vale notar que tal momento, mais que extravasar a libido, deverá ser resultado de outros gestos que ratificam uma união, na qual, seus efeitos extrapolam no tempo e no contato físico. Tudo ganha um novo significado.

Assim, para evitar as famosas escapulidas ou justificativas como o cansaço, a falta de disposição, o sono, a preguiça e a mais conhecida de todas as desculpas – a dor de cabeça – para se esquivarem da intimidade conjugal, o casal optaria por aplicar também para a vida sexual o mesmo grau de interesse com que valorizam suas outras obrigações.

É certo que o trabalho, as obrigações com a família e o lazer são importantes, contudo há uma maneira própria de cada um fazer o cônjuge se sentir sempre o “número 1” como foi em tempos de namoro.

Um abraço!
Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Autor do livro Relações sadias, laços duradouros e Lidando com as crises
Outros temas do autor: www.dadomoura.com
twitter: @dadomoura
facebook: www.facebook.com/reflexoes

terça-feira, 4 de junho de 2013

Um bebê no esgoto

Faço minhas as palavras do Professor Felipe Aquino.

Amor e zelo pelas crianças Por Professor Felipe Aquino

Cresce a cada dia a preocupação com a natureza e o meio ambiente, o que é bom e necessário; mas infelizmente o mesmo não acontece com a dignidade humana. Assistimos hoje verdadeiros atentados à vida humana. Como disse João Paulo II na sua famosa Carta às Famílias, de 1994, a vida está jurada de morte, há uma conspiração contra ela. Uma terrível e destruidora “cultura da morte”, tão denunciada pelos últimos papas, tem mostrado o perigo do aborto, da eutanásia, da contracepção, da micro-abortiva pílula do dia seguinte, da destruição de embriões humanos, da falsificação da família, etc.

E essa cultura da morte tem sido empregada insistentemente para se resolver os problemas da vida, como se isso fosse lícito e possível. As “soluções fáceis para problemas difíceis” aumentam a cada dia, aumentando esses problemas ao invés de resolve-los.

Além disso, outros desrespeitos inimagináveis acontecem ainda; veja-se o caso do comércio da prostituição e o tráfico de mulheres com esta finalidade, as guerras genocidas, o trabalho escravo, os sequestros, o estupros, etc.

Da China nos chega uma notícia que chocou o mundo: um bebê recém-nascido foi resgatado em uma tubulação de esgoto em um prédio em Jinhua, depois de cair ou ser jogado no vaso sanitário, passou de duas a três horas preso no cano. A mãe da criança, de 22 anos, que não é casada, escondeu a gravidez dos vizinhos pelo medo de ser vítima de preconceito. Ela deu à luz de maneira inesperada quando foi ao banheiro no sábado e a criança caiu no vaso sanitário. Foi resgatada e levada para um hospital. É um menino de 2,3 quilos, que sofreu alguns cortes no corpo, e agora está bem.

É por isso, e por outras, que a Igreja insiste que toda criança deve nascer em um lar, com um pai e uma mãe que o acolha, com um berço que o acalente. Fora disso a criança pode se tornar carente, abandonada, ameaçada e triste.

As fontes de notícia revelam que bebês chineses nascidos fora do casamento muitas vezes são abandonados em consequência das pressões sociais e financeiras. A política do filho único do país representa multas pesadas para os casais que têm mais de um bebê.

Não se sabe ainda ao certo se a mãe jogou a criança no vaso sanitário ou não conseguiu impedir que ela ali caísse. Qualquer que seja o caso é lamentável e deixa muito a pensar. Certamente esta mãe estava aflita com sua gravidez o que acaba sendo a causa primária do ocorrido. Como pode uma criança vir ao mundo desse jeito, e ir parar no esgoto? Que berço é este? Não é isso um sinal de como está a vida humana hoje sendo tratada em muitos lugares? Esta é a dignidade de um filho de Deus?


Isto mostra o grave desrespeito que existe hoje contra a vida humana, especialmente contra o feto, a criança mais indefesa de todas. Como ela não reage, como ela ainda não grita, como ela ainda não mostrou o seu rosto, então, para muitos fica fácil e cômodo descarta-la como se fosse um copo de plástico usado e atirado no lixo. Urge que se levantem vozes em defesa desses inocentes sem vozes.

Devemos chamar a isso de civilização ou de barbárie? A civilização se caracteriza em primeiro lugar por defender, acima de tudo, os não nascidos, os fracos, o doentes, os excepcionais, os deficientes, os velhos… O sinal de sua fraqueza deve ser motivo para aumentar ainda mais o cuidado e o amor a eles. No entanto, em nossa atual civilização, passou a ser lícito e fácil descarta-los quando já não são produtivos.

De todos os direitos humanos, o primeiro e fundamental é o direito de nascer com dignidade; sem isso, não há verdadeira civilização, pois não se respeito a pessoa humana. Disse o Concilio Vaticano II que “o homem é o único ser que Deus quis por si mesmo” (GS, 26).

:: Ouça, na íntegra, o podcast da redação com a psicanalista Ana Carlota Pinto Teixeira que comenta a respeito deste caso e sobre o que leva as pessoas a cometerem estes atos.

Seja Feliz!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Você é livre!

Um dos componentes mais constantes que encontro nas pessoas é a vaidade e o amor-próprio.

Mas não quero falar desses vícios com leviandade. Tenho descoberto que atitudes assim são máscaras. Frutos de traumas bem antigos e muito bem enraizados na alma.

E ninguém deve viver se escondendo de si mesmo.

Muito glamour, muita 'apoteose', muita festa, festa, festa...isso é sempre sinal de muita dor, dor, dor...É algo assim: "se eu parar e silenciar, vou ouvir os meus fantasmas berrando dentro de mim, me apavorando...não!" - e tornam-se pessoas alegres demais, barulhentas demais, e entretanto, frágeis demais. É nesse ponto que eu quero me concentrar.

Saber lidar com isso não é tão simples como parece. Mas é preciso aprendermos a lidar com isso.

A maioria das pessoas se esconde atrás de si mesmas, por medo de serem quem são, em consequência de traumas e decepções. Vivem em fuga.

E criam para si "perfis", "adornos" para si mesmas, para mostrarem aos outros. E se sentem confortáveis (seguras?) por trás de suas máscaras.

Uma das maneiras mais eficazes de você conhecer a verdadeira personalidade de alguém é nos transtornos, às vezes corriqueiros do dia-a-dia, às vezes não.

Escondemo-nos muito bem atrás de nossas "máscaras", de nossos "perfis".

Hoje, com a ajuda das redes sociais, isso ficou ainda mais fácil. As pessoas "criam um perfil" e vão vivendo as fantasias virtuais. Lá, são quem não conseguem ser na vida real.

Eu dizia que uma das maneiras de se conhecer alguém, verdadeiramente, é naqueles momentos de contrariedade. Mas, absolutamente, não é a melhor.

As pessoas, pressionadas por uma determinada situação, acabam sempre traídas por si mesmas, e se revelam - ainda que por alguns instantes.

Para um olhar treinado, é fácil detectar aquele lampejo de fúria que aparece no olhar, ou aquele trisnado súbito na voz, ou aquela mão que encrespa, ou a sombrancelha que se contrai, ou o sorriso desdenhoso...

Outra prova disso vem da forma como a pessoa passa a tratar você, depois de uma situação em que você a colocou em 'saias justas'. Sempre com ironias, irritadiça, e até evitando um contato direto - olho-no-olho. Provas de que você a colocou diante de si mesma, de que você a revelou, e a fez lembrar-se de alguém que ela realmente é, mas não aceita, e quer manter oculta, morta e enterrada dentro de si mesma.

Na opinião dessas pessoas, máscaras não devem ser tiradas. E num confronto, ainda que acidental, ao atinjirmos esse 'nervo', corremos o risco de nos tornar desafetos dessas pessoas!

Isso faz muita gente sofrer, pois em geral é muito comum nos confrontarmos assim com nossos familiares, de quem somos mais próximos, mas também pode acontecer em nosso ambiente de trabalho, ou numa condução, ou na rua.

Mas a caridade fraterna nos ensina que devemos ajudar nossos irmãos a se libertarem de si mesmos. Ninguém deve viver 'espremido' por seu passado, por suas dívidas, por sua sexualidade ferida ou agredida ou enrustida, por sua afetividade reprimida pela incompreensão dos pais, ou do marido, ou da esposa, por se achar feio/a, ou não tão inteligente...

Isso tudo leva à morte da alma, e nos faz sofrer terrivelmente, e toda dor é vazia, até encontrar seu significado na Cruz de Cristo. Não o Cristo morto, mas o Cristo que passou pela Cruz, passou pela dor humana, carregou-a em seus ombros, dando-lhe um significado transcendente, e verdadeiramente libertando-nos de toda essa opressão. 

Jesus na cruz nos fez livres de nossos egos feridos. Jesus na cruz deu-nos o passaporte para a felicidade. Jesus na cruz nos mostrou o caminho para a luz.

Se continuamos dentro de nossos casulos, é porque ainda não entendemos o significado de Jesus na cruz. Ainda não fizemos a 'passagem", a Páscoa.

Se continuamos sofrendo ocultamente, é porque ainda estamos com medo de que, ao aceitar Jesus na cruz, aceitaremos também as suas dores.

Errado.

Na cruz de Jesus, somente Ele sofreu. Sozinho. Esse foi o sentido do sentir-se abandonado pelo Pai. 

Jesus não podia compartilhar essa dor conosco, pois ele a estava sofrendo por nós. Em nosso lugar. Como diz o profeta, "Ele tomou sobre si as nossas dores" (Is 53,4). As nossas dores. Nossas. Não dEle.

Então não há nada a temer. Você pode deixar a sua máscara. Você pode deixar ir embora a sua dor. Você pode mudar o seu "perfil". Sair do casulo que lhe sufoca (há quantos anos?). Voe. Você é livre. Diga, bem forte: "Senhor, que eu veja a Luz!"

Jesus na cruz o libertou. Que Graça Maravilhosa!

Quando você conseguir compreender isso, você sentirá as amarras caindo.


E seja Feliz!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Sou uma pessoa afetivamente madura?

Jesus Cristo deixou um programa para a nossa afetividade
 
Imagem de DestaqueTodos nós precisamos de cura. Para sermos curados em nossa sexualidade e em nossa afetividade precisamos nos abrir ao amor de Deus.

Comecei a trilhar esse caminho por meio de um grande amigo que nunca conheci pessoalmente, João Mohana, sacerdote, médico e psicólogo, um santo de Deus. Ao ficar viúva com vinte e três anos, deram-me de presente um de seus livros: “Sofrer e amar”, o qual me ajudou a dar os primeiros passos no conhecimento do meu grau de maturidade afetiva. Foi com ele que percebi a necessidade de crescer na minha maturidade afetiva a ponto de equipará-la à minha maturidade cronologia.

João Mohana explica: “Hoje, sabe-se que todo indivíduo, homem e mulher, possui uma idade afetiva e uma idade cronológica, e que ambas podem coincidir ou não. Quando a idade afetiva é inferior à idade cronológica, estamos diante de um caso de imaturidade afetiva. Quando iguala ou supera, estamos diante de um caso de maturidade”.

Algumas pessoas que parecem adultas por fora têm o coração imaturo. Não é sadia a imaturidade psicológica no adulto. É um fenômeno anormal. Normal é que o psiquismo vá se desenvolvendo, passo a passo, com o corpo, amadurecendo à proporção que o corpo amadurece.

Vídeo: Ore com Eliana Ribeiro sobre sua afetividade e sexualidade


Jesus Cristo deixou um programa para a nossa afetividade. O programa está expresso no novo mandamento: “Dou-vos um novo mandamento. Que vos ameis como eu vos tenho amado” (Jo 15,12). “Amai-vos” no estilo d'Ele, ou seja, no estilo maduro para o coração humano. Esse programa supõe que nossa afetividade alcance a maturidade.

Para nós cristãos a maturidade humana não é tudo, nela está incluída a santidade. Além da maturidade humana, somos chamados por Jesus Cristo a ser uma “nova criatura”, a fazer com que o Filho de Deus venha à tona em nós. É um processo que leva tempo, pois consiste em pegar a pessoa machucada, sofrida, marcada, amarrada, bloqueada e trazê-la para fora como Jesus fez com Lázaro: “Lázaro, vem para fora!” É preciso que a criatura nova em nós venha para fora. É preciso deixar a cura e a libertação acontecer.

Todos nós sabemos que a maneira como nos comportamos e nos expressamos na nossa afetividade está intimamente ligada à nossa infância. Especialmente o relacionamento com nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos que foram modelo para nós. Gandhi dizia que a “a gente imita o que admira”, afirmando que o ser humano aprende por imitação.

Meu pai era muito afetuoso, não só nos seus gestos – em fazer um “cafuné”, dar um abraço, colocar no colo -, mas também com ternura, dizendo: “Eu te amo!”. Passei a minha vida inteira presenciando o afeto entre meus pais e o carinho que tinham com cada filho. Suas expressões de afeto entre um e outro e conosco, seus seis filhos, fizeram de nós uma família amorosa, unida e feliz.

Numa família pode haver segurança econômica, financeira, boa moradia, mas se não há a segurança afetiva entre os pais, expressões de afetos, o resultado será, na maioria das vezes, um adulto reprimido nos seus sentimentos de afetos, emoções de carinho, de ternura. Se ficar doente, terá tudo, menos afeto. João Mohana chama isso de “subnutrição da afetividade na infância”. Mas também ele diz: “O excesso de afeto pode levar à imaturidade, por vir a exigir um estilo de convívio com os outros semelhante ao que se habituou a ter na infância. Serão os insaciáveis nos grupos e nas famílias. Tanto excesso como carência de afeto na infância podem gerar as seguintes expressões de imaturidade na idade adulta: desconfiança, insegurança, agressividade, dependência, hermetismo, complexos, inibições, fugas, desajustamento e até perda de sentido da vida”.

É por isso que para o cristão é tão importante o sobrenatural integrado ao natural, à sua maturidade afetiva. É o que expressa São Paulo:

“Assim, ele capacitou os santos para obra do ministério, para edificação do Corpo de Cristo até chegarmos, todos juntos, à unidade na fé no conhecimento do Filho de Deus, ao estado de adultos, à estatura do Cristo em sua plenitude. Então, não seremos mais como crianças, entregues ao sabor das ondas. Ao contrário, vivendo segundo a verdade, no amor, cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça” (Ef 4,12-14a.15).

Este é o trabalho da graça de Deus em nós, e todos nós devemos colaborar. Pelo Espírito Santo que nos santifica, vamos rumo à nossa maturidade humana e cristã.

Luzia Santiago - cofundadora da Com. Canção Nova

Acesse: http://luziasantiago.com/
(Trecho extraído do livro "A cura da nossa afetividade e sexualidade")

Leia hoje: São João 12,1-11

E seja Feliz!