Mostrando postagens com marcador Silêncio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Silêncio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vamos ao Encontro do Senhor

Deus sempre sabe do que precisamos. Saber aguardar Sua manifestação em nossa vida é o que precisamos aprender, para sermos felizes.

Poucos compreendem isso.
Nosso mundo globalizado, nossa pressa de chegar a nenhum lugar, querendo ouvir de tudo, saber de tudo, viver a vida inteira num dia só nos exaure até à alma.

Deus é Eterno. Sua Eternidade espera por nós. Espera em nós.

Deus somente se revela a nós quando silenciamos. Quando acalmamos o espírito. Quando serenamos a alma.

Enquanto estamos agitados, não pertencemos a Deus. Pertencemos ao mundo, este que nos consome,que nos corrói, que nos faz pecar e morrer para Deus.

No silêncio, na paciência, na quietude de espírito é que Deus vai se apresentar.

Deus não diide espaço com o mundo. Não disputa nossa atenção. Respeita nossa liberdade tanto que se nos perdermos dEle, de forma consciente, ele permite, por amor a nós.

Mas se nós O quisermos buscar, Ele vai se apresentar a nós imediatamente. Ele vai tomar a dianteira, vai se apressar, e vai se apresentar a nós.

O nosso problema em encontrá-lO é que queremos fazer isso do meio de nosso caos interior.

Não querermos desligar a internet, o celular, a televisão.

Não queremos abandonar as coisas do mundo às quais estamos apegados há tantos anos: Mentiras, fofocas, invejas, gulodices, bebedeiras, adultérios, roubos...

Conheci pessoas que iam à Missa todos os domingos e tinham "gato" de luz em suas casas...

Como podemos encontrar Deus assim?

Estamos no meio do mundo para transformar o mundo através de nossos exemplo de vida que se demonstra na sintonia que devemos ter com o Senhor, e não nos deixarmos levar pelas corrupções do mundo.

Deus nos espera, com paciência eterna. Entretanto, devemos nos lembrar que nossa vida é curta, e não temos tempo a perder. Vamos ao encontro do Senhor!

Seja Feliz!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A chave para a cura interior

Queridos irmãos, quero falar a vocês sobre a importância do silêncio.

Muitas vezes, o silêncio tem o objetivo de fazer o papel do tempo para o que precisamos refletir na nossa caminhada de cristão. Além disso, o silêncio é uma oportunidade maravilhosa ofertada por Deus em nossas vidas. Quanto tempo, às vezes, passamos sem nos comunicarmos com pessoas que amamos? É, assim, um silêncio que fala.

Nunca me esqueço de um retiro que eu e a Luzia fizemos em Fátima, Portugal. Foram sete dias de profundo silêncio. Nós nos comunicávamos somente o necessário; vivemos profundamente a escuta de Deus.

O retiro era sobre a reflexão do silêncio como chave para a cura interior. Em busca da felicidade, deparei-me com a certeza de que para eu ser feliz na vida é indispensável que eu me reconcilie com Deus, com a minha história, comigo mesmo e com os outros, porque os dramas, as injustiças vividas, as feridas interiores podem nos bloquear de ir ao encontro da felicidade.

Por isso, diante das dificuldades, o ser humano é chamado a trabalhar em si mesmo, a fim de reencontrar a paz e a quietude interior.

Santo Inácio dizia: “Bem-aventurados os ouvidos que prestam atenção não só à voz que ressoa por fora, mas à verdade que fala e ensina de dentro”.

Precisamos de uma educação no silêncio. E, então, Deus terá espaço para comunicar a sua palavra criadora e redentora para que cure e cicatrize; palavra que dá alegria e esperança. Bento XVI disse que é preciso ser capaz de escutar com o coração o Deus que fala.

Foto: Arquivo/cancaonova.com



Wellington Silva Jardim (Eto)
Cofundador e missionário da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O valor do silêncio para ouvirmos a voz de Deus

Sem silêncio e solidão não há encontro com Deus, afirma padre

André Alves
Da Redação - Canção Nova

''As pessoas que não suportam o silêncio é porque, na verdade, não se suportam. Elas se sentem agredidas pelo silêncio ...'', afirma padre Paulo.
“O encontro com Deus não é possível se não silenciarmos, pois se Deus nos fala, precisamos estar prontos para ouvir”. É o que defende o padre Paulo Ricardo Azevedo Júnior, sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá (MT), neste mês em que o Santo Padre lembra aos católicos sobre o valor do silêncio.

Esta é uma das intenções de oração do Papa Francisco neste mês de setembro. A Igreja, junto com o Pontífice, pede a Deus para que os homens e mulheres deste tempo, “tantas vezes mergulhados num ritmo frenético de vida, redescubram o valor do silêncio e saibam escutar Deus e os irmãos”.

Em meio à correria da vida moderna, é comum perceber o pouco número daqueles que conseguem buscar esse encontro consigo e com Deus. Nesse sentido, Padre Paulo ressalta a realidade dos que, mesmo sem perceber, têm medo do silêncio ou da solidão, e por isso têm também a necessidade de estar sempre conectados a algo ou a alguém.

"As pessoas que não suportam o silêncio é porque, na verdade, não se suportam. Elas se sentem agredidas pelo silêncio, porque ele nos obriga a nos encontrarmos conosco mesmo", explicou o padre.

Silêncio: porta de encontro consigo e com Deus
Para o sacerdote, o encontro do indivíduo com ele mesmo é a porta que dá acesso a "Jesus, Vivo e Verdadeiro". "É a porta em que eu me abro para o Alto, me abrindo para dentro, para o encontro comigo mesmo", disse.

Portanto, segundo ele, o silêncio é fundamental na vida espiritual, no encontro com Deus que é Palavra. Sem silêncio não há encontro consigo mesmo, nem com Deus. Com isso, a vida espiritual não se desenvolve.

É possível promover esse tipo de encontro a todo o momento, diz o padre. "Se eu me encontro comigo, eu estou me recolhendo, por mais que haja barulho ao meu redor". No entanto - destacou - "é preciso também me dar um espaço de silêncio e solidão que, poderia dizer, é quase um hábito higiênico. As pessoas precisam também ter o hábito de ter um momento de recolhimento, seu, com Deus".

O silêncio e a solidão
Esse silêncio, porta para o encontro, está ligado à solidão, segundo o padre. Não se trata de um isolamento depressivo, mas um tipo de solidão que proporciona o contato com Deus, consigo mesmo e com o outro.
Na opinião de padre Paulo, as pessoas vivem agitadas, envolvidas por barulhos e experimentando corriqueiros encontros superficiais. "Não há encontros de coração a coração", afirmou. Os profundos encontros, segundo o sacerdote, acontecem quando duas solidões se encontram.
“Para a gente se encontrar com uma pessoa, a minha solidão tem que se encontrar com a sua solidão, ou seja, eu preciso enquanto pessoa me encontrar com alguém que sei, é uma outra pessoa que não vai saciar plenamente a minha sede de felicidade. São duas solidões que se encontram. Só assim é possível o encontro", esclareceu.

Entretanto, o único encontro capaz de produzir felicidade plena é o encontro com Deus. "O encontro com Deus é diferente no sentido que é Ele que consegue saciar essa solidão, mas ele fará isso plenamente no céu. Na vida de oração, a solidão e o silêncio estão juntos, porque estes são a condição para o encontro comigo mesmo e com Deus", completou.

A Igreja e o valor do silêncio
Nas diversas tradições religiosas da Igreja Católica, "a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas". Essa afirmação é do Papa emérito Bento XVI, em sua mensagem para o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

Para o bispo emérito de Roma, é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de "ecossistema" capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons. Ele também afirma na mensagem que o silêncio é o canal de comunicação entre Deus e o homem, e do homem com Deus.

"Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora", escreveu o Pontífice.

Acesse:

sábado, 30 de março de 2013

O desconhecido sentido do Sábado Santo


Pe. Joãozinho, scj 

Teólogo, escritor e compositor

Arquivo pessoal
''O ser humano vive porque é amado e pode amar; e se até no espaço da morte penetrou o amor, então também lá chegou a vida'', destaca Pe. Joãozinho
A Semana Santa é um tempo forte para celebrarmos os mistérios mais intensos de nossa fé: a salvação que nos veio pela vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus. Caminhamos no retiro quaresmal meditando sobre estes temas até chegarmos ao núcleo no “Tríduo Pascal”: quinta, sexta, sábado e domingo. Quatro dias! 

Mas tríduo não quer dizer três? É que o dia litúrgico começa na véspera e vai até a outra véspera. Assim, a Missa do Crisma, que acontece nas catedrais presidida pelo bispo com a presença dos padres e de parcela representativa do povo da diocese, na quinta de manhã, marca o final da Quaresma

O Tríduo Pascal vai começar na celebração da noite: a Missa do lava-pés e da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Preste atenção e verá que ela já marca o memorial da “paixão” de Nosso Senhor Jesus Cristo. Este memorial da entrega de Cristo na cruz ecoará até a Sexta-feira, com a sóbria celebração da paixão. Este é o primeiro dia do tríduo. 

O terceiro começará na véspera de sábado e será o dia da ressurreição, inaugurado pela Vigília Pascal e prolongado pelo domingo da ressurreição. Agora você pergunta: e o segundo dia? Começa na véspera de sexta-feira até a véspera de sábado. É o dia do silêncio, da sepultura, memorial da ausência. Não existe celebração litúrgica prevista para este dia. Normalmente não sabemos bem o que fazer no sábado de manhã. Parece um tempo livre, mesmo para os acostumados a viver a vida liturgicamente. Alguns aproveitam para arrumar a casa; outros para compensarem o jejum feito na Sexta-feira Santa. 

O “sábado do silêncio” é um tempo para deixarmos a semente repousar escondida debaixo da terra, esperando o milagre do germinar. Nossa vida não é feita apenas de palavras, gestos e realizações. Existe o tempo das esperas. Há momentos em que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e só nos resta confiar. Por isso o Sábado Santo é o tempo da entrega, da confiança, de colocar-se como criança no colo de Deus. 

Nossa vida muitas vezes é dominada pelo estresse e pela correria. Corremos até para comer e para rezar. O sábado da serenidade é um tempo para celebrar sem pressa, sem palavras, sem ritos. Se a Sexta-feira Santa é um tempo de jejum, o sábado da paciência é momento para comer devagar e mastigar mais. Se a Quaresma foi um tempo intenso de oração, o sábado da saudade é um tempo de rezar sem palavras. É o momento da intimidade; de fecundar toda solidão com a presença daquele que rompe as trevas com sua luz. 

Podemos no sábado santo nos “esconder” com Jesus no sepulcro. Liturgicamente até Deus tem um tempo para se calar. Com isso nos ensina a não falar o tempo todo. É bom experimentar que mesmo calado e aparentemente ausente, Deus em seu mistério sempre está conosco. Ele nunca nos abandona. Como disse o nosso querido papa emérito Bento XVI em maio de 2010, ao visitar o Santo Sudário, em Turim: “No Sábado Santo aconteceu o impensável:  ou seja, que o Amor penetrou ‘na mansão dos mortos’:  também no escuro extremo da solidão humana mais absoluta nós podemos escutar uma voz que nos chama e encontrar alguém que nos pega pela mão e nos conduz para fora. O ser humano vive porque é amado e pode amar; e se até no espaço da morte penetrou o amor, então também lá chegou a vida. Na hora da extrema solidão nunca estaremos sozinhos”.

Não deixe de participar da Solenidade deste dia,

E Feliz Páscoa!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Organização denuncia sequestro e aborto forçado de uma grávida de 7 meses na China

Estamos na quarta-feira 'Santa', por assim dizer, pois, na verdade, todos os dias são santificados por Deus, por serem obra de Sua Vontade Soberana.

A vida, no seu sentido mais literal, é Dom do Criador.

Essa notícia é, para dizer o mínimo, preocupante.

Mas é verdade, e pode, de uma forma ou outra, se tornar real em nosso país.

Nestes dias da Semana Santa, dediquemo-nos mais à oração e ao silêncio, meditando as dores de Jesus, Seus sofrimentos por nossos pecados, esses pecados que bradam aos céus e clamam a vingança divina!

Valei-nos, Ó Senhora Aparecida! Valei-nos São José!

Organização denuncia sequestro e aborto forçado de uma grávida de 7 meses na China

WASHINGTON DC, 27 Mar. 13 / 10:41 am (ACI/EWTN Noticias).- A organização China Aid denunciou um novo caso de aborto forçado realizado a uma mulher com sete meses de gravidez na cidade de Chuzhou, ao leste da China, no último dia 22 de março, em razão da política do filho único no país.

Conforme revelou a China Aid, a mulher foi sequestrada e levada a um hospital por autoridades governamentais de controle natal.

O aborto foi feito com uma injeção letal aplicada ao bebê de sete meses. A mãe continua hospitalizada em Chuzhou.

Em uma entrevista realizada ao marido da mulher que sofreu o aborto, este assinalou que estava protestando legalmente ante o governo local, e discutia com eles.

O homem também agradeceu a preocupação do "mundo exterior" com o caso de sua esposa.

"Sou seu marido, (a injeção letal) realizou-se na sexta-feira passada (22 de março)", denunciou, e assinalou que, fisicamente, sua esposa "está bem".

"O governo já ofereceu negociar este assunto e neste momento está em meio de discussões. Não contratamos ainda um advogado. Se o governo não se comprometer, o contratarei!", disse o homem a China Aid.

A organização defensora dos direitos humanos na China expressou sua condenação por este "caso sangrento".

"Acompanharemos de perto o desenvolvimento do caso, e faremos esforços para prover assistência às vítimas e defender a dignidade da vida humana criada por Deus", asseguraram.

A organização pediu às pessoas "de consciência" em todo mundo, que condenem em unidade e firmemente este atentado contra a vida, para que o governo chinês sancione a quem o realizou e acabe com a política familiar do filho único.

"Deixe-nos falar por estes bebês que não podem emitir som, e proteger o direito à vida dos mais débeis entre nós. O direito à vida é o primeiro direito humano", sublinharam.

Segundo um recente relatório que recolheu dados do Ministério de Sanidade da China, desde 1971 foram realizados 336 milhões de abortos e 196 milhões de esterilizações devido à política do filho único.

Em junho de 2012, a fotografia da Feng Jianmei inconsciente em uma cama de hospital junto a seu bebê abortado à força deu a volta ao mundo, despertando as críticas à política do filho único na China.

Feng foi obrigada a abortar o seu segundo bebê pelas autoridades chinesas, porque não pôde pagar a tempo os 40.000 yuanes (6.200 dólares) com os que o governo sanciona a quem ousa ter mais de um filho.

Em uma entrevista à Dragon TV, em fevereiro deste ano, Feng Jianmei assegurou que apesar da compensação econômica que o governo ofereceu depois da divulgação do seu caso, ela e seu marido "fomos os que mais perdemos. Perdemos um bebê".

Leia hoje: II Tes 3,1-2

E seja Feliz!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Não perca a Esperança!

Motivos para não perder a esperança

10 passos para construir o Céu na Terra
Imagem de DestaqueSempre desejamos que nossa vida seja um oásis de paz e harmonia. Porém, quando buscamos em nós mesmos estes sentimentos, ficamos confusos e, por vezes, acabamos nos desanimando. Descobrimos em nossa fragilidade que estamos longe do ideal que sonhamos. Contudo, é necessário nunca perdemos a esperança. O céu que buscamos começa a ser construído dentro de cada um de nós, no hoje da história.

Em nossa caminhada rumo ao céu que sonhamos, alguns passos são fundamentais:

1 – Respeitar o diferente
Nem sempre é fácil conviver com quem pensa diferente de nós. O respeito para com o outro nasce a partir do momento em que o reconhecemos não como um inimigo, mas como um ser humano limitado, necessitado de nossa ajuda e compreensão. Assim como ele, ainda estamos em processo de construção. Deus ainda não nos terminou.

2 – Evitar o julgamento
Todo o julgamento sempre nos conduz a graves desentendimentos. Jesus nunca julgou o outro, pelo contrário, sempre olhava para cada pessoa a partir das possibilidades que o ser humano carregava no seu coração. Quando julgamos o próximo, experimentamos, em nós mesmos, a consciência de que também não somos perfeitos.


3 – Reconciliar-se com o tempo
Queremos tudo para hoje e não damos ao tempo o período necessário para o amadurecimento interior de nossos sentimentos. Muitas pessoas têm se sufocado e sufocado outros com sua pressa e ansiedade. Quem colhe frutos verdes experimenta em si mesmo o amargo das antecipações.

4 – Reflexão interior
Cada gesto, atitude, palavra, olhar e decisão trazem em si as suas próprias consequências. Nossas escolhas sempre terão alguma consequência em nossa vida. Diante da vida e de seus desdobramentos, uma pergunta é sempre essencial: Qual lição eu aprendi com este acontecimento na minha vida? A cada lição aprendida, o tesouro da nossa sabedoria irá se enriquecendo com as pérolas do aprendizado.

Assista: "O cristão precisa sonhar com o céu", com padre Roger Luís
5 – Viver em comunidade
Em tempos de comunidades virtuais, a vida real clama pela nossa presença. Nada pode substituir um abraço, um sorriso, um olhar carinhoso e terno. A vida em comunidade nos torna irmãos e irmãs. Quem se isola foge de si mesmo e dos outros.

6 – Ser solidário
A solidariedade é o amor ao próximo manifestado em gestos concretos. Nossos gestos solidários ganham inspiração cristã quando reconhecemos, em quem precisa de nossa ajuda, o próprio Cristo.

7 – Cultivar uma vida espiritual
A alma se alimenta daquilo que a ela oferecemos. Só iremos crescer interiormente quando alimentarmos nosso coração de uma espiritualidade madura e cristã, que reconheça a Cristo Ressuscitado como base de nossa fé.

8 – Alimentar-se da Palavra de Deus
Se o alimento é necessário à saúde biológica do nosso corpo, a Palavra de Deus é alimento seguro para a saúde de nossa vida interior. Quem busca, na Palavra de Deus, a luz para guiar seus passos terá seu caminho iluminado pelo amor do Pai.

9 – Ser amigo do silêncio
Tão importante quanto a fala é o silêncio. Se com ela ocorre a comunicação verbal, com o silêncio do nosso coração ocorre a comunicação espiritual. Coração silencioso é abrigo para as respostas de Deus à nossa vida.

10 – Vida de Oração
Quando descobrimos a Deus como um amigo, jamais podemos ficar um dia sem falar com Ele. Na oração fazemos a descoberta de uma amizade em que o filho se abandona totalmente nas mãos do Pai que o ama infinitamente. Se a oração é dialogo, a conversa que nasce desta relação entre nós e Deus se chama amor.
Foto Padre Flávio Sobreiro

Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP. Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre - MG. Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Cambuí-MG). Padre da Arquidiocese de Pouso Alegre - MG.
www.facebook.com/peflaviosobreiro e http://www.flaviosobreiro.com